Conferência Institucional

Conferência LPEGB — Maio de 2026

Nos dias 15 e 16 de Maio de 2026, a Liga reuniu pastores de várias regiões da Guiné-Bissau para reafirmar a unidade pastoral e definir os rumos do trabalho institucional.

Data

15 e 16 de Maio de 2026

Local

Bissau, Sede da LPEGB

Categoria

Conferência Institucional

A Liga dos Pastores Evangélicos Guineenses realizou, nos dias 15 e 16 de Maio de 2026, uma conferência institucional que reuniu pastores e servos de Deus vindos de Bafatá, Gabú, Quinará, Tombali, Bolama-Bijagós, Oio, Cacheu, Biombo e Bissau.

Na abertura, a direção recordou que a Liga nasceu para cumprir uma missão clara: unir os pastores da Guiné-Bissau como um só corpo. Ficou reafirmado que pastores de regiões distintas não são corpos isolados — a necessidade de Oio é responsabilidade de Gabú e a dor de Tombali é também a dor de Bissau.

Entre os objetivos enunciados, a conferência destacou a luta contra a corrupção espiritual e contra a manipulação de pastores humildes por parte de quem usa o nome de Deus para enriquecer. Foi igualmente firmado o compromisso de combater os princípios étnico-raciais dentro da classe pastoral, lembrando que em Cristo não há tribo.

Outro eixo central foi a defesa dos direitos e da dignidade do pastor guineense — direito a ser ouvido, a ser protegido e a ter o seu trabalho reconhecido pela lei. A Liga assumiu o compromisso de trabalhar pela formalização do ministério pastoral perante a lei laboral, incluindo segurança social e proteção legal para quem dedica a vida ao rebanho.

No campo do trabalho, foram apresentadas as linhas de ação da Liga: assistência mútua no campo missionário, mediação de conflitos entre pastores, igrejas e comunidades, mobilização de doações para ações sociais — camas para hospitais, alimentação para viúvas, material escolar para órfãos — e a organização contínua de conferências, seminários e simpósios anuais de capacitação.

No encerramento, a direção convidou todos a saírem da conferência como pastores unidos, dispostos a enxugar lágrimas, levantar e honrar a classe pastoral da Guiné-Bissau. A casa da unidade ficou oficialmente reafirmada como espaço de comunhão, voz pública e serviço.